<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275</id><updated>2011-07-14T22:23:41.042+01:00</updated><title type='text'>Weltgeist</title><subtitle type='html'>"Dou uma pequena pista para quem quiser escutar: não se trata de ouvir uma série de frases que enunciam algo; o que importa é acompanhar a marcha de um mostrar." - 
Martin Heidegger in "O fim da Filosofia"</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-116594793155044014</id><published>2006-12-12T18:25:00.000Z</published><updated>2007-02-24T14:15:49.330Z</updated><title type='text'>O último dia...</title><content type='html'>O relógio da parede bate a meia-noite. Da rua começam a vir pessoas, que fogem ao frio do Inverno.&lt;br /&gt;Encostada a um canto, peço mais uma bebida. O lume ao meu lado crepita cada vez mais, e o calor torna-se insuportável, tal como a tarde que passou. Deambulei pelas ruas na esperança de te puder ver, de tentar conversar contigo, de evitar o que planeei quando te encontrei aos beijos com uma desconhecida, que nem próprio conhecias. Sim, naquela tarde em que fazíamos cinco anos de namoro, naquela tarde em que o mundo se virou contra mim, em que da luz se fez trevas, e da brisa tempestade. Oh terrível destino! Queria-te encontrar outra vez só para te perguntar: porquê?&lt;br /&gt;Porque arrancas-te o amor que eu tinha por ti?&lt;br /&gt;Porque fechas-te os olhos quando eu te queria ver?&lt;br /&gt;Porque tapas-te a boca quando eu te queria falar?&lt;br /&gt;Oh, quantos porquês te queria perguntar…&lt;br /&gt;O relógio bate meia-noite e meia, chegou a hora. Engulo o último gole de cerveja, pego o casaco e levanto-me para ir embora. Na porta lanço um último olhar, para o local que foi a minha casa nestas semanas de agonia. Lá fora, o frio corta a respiração e o céu encontra-se estrelado, sorriu-o! Deambulo por estradas velhas e caminhos velhos…a dor pesa-me cada vez mais no peito, as lágrimas escorrem-me pela face, e o meu coração palpita como nunca.&lt;br /&gt;Chego a casa. Na cozinha, a luz ainda está acesa, e no sofá dorme o meu pai, com a garrafa de whisky na mão. Subo as escadas. Abro a porta do quarto da minha mãe, e esta dorme. De repente dá-me vontade de me deitar ao pé dela, de adormecer nos seus braços, tal como fazia quando era pequenina. Ultimamente andávamos sempre a discutir…As lágrimas caem mais fortes, e o pensamento do amanhã não me sai da cabeça.&lt;br /&gt;Como é que ela iria reagir de manhã quando me visse? Sentiria pena? Ou vergonha?&lt;br /&gt;Mas não podia agora fraquejar, tinha de seguir em frente com o plano que planeei nestes últimos dias. Abro a porta do meu quarto. Respiro fundo, e abro a gaveta onde está um revolver.&lt;br /&gt;Penso nas coisas belas que passei, lembro-me do perfume da minha mãe, e ponho a arma apontada à minha cabeça…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anónimo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-116594793155044014?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/116594793155044014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=116594793155044014&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116594793155044014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116594793155044014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/12/o-ltimo-dia.html' title='O último dia...'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-116594789036925197</id><published>2006-12-12T18:24:00.000Z</published><updated>2006-12-12T18:24:50.370Z</updated><title type='text'>Naquele dia...</title><content type='html'>Naquele dia&lt;br /&gt;Em que o chão me saiu dos pés&lt;br /&gt;Em que o mundo se virou contra mim&lt;br /&gt;E eu remava contra as marés&lt;br /&gt;Tu vieste…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devagar, silencioso…&lt;br /&gt;Com passos, devagar&lt;br /&gt;Tu chegas-te ao pé de mim, e disseste:&lt;br /&gt;“A ti quero amar”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu, cansada de sofrer&lt;br /&gt;Por aquele que não me quer&lt;br /&gt;Lancei-me nos teus braços&lt;br /&gt;Com lágrimas nos olhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje sou feliz…&lt;br /&gt;Da tempestade se fez bonança&lt;br /&gt;Das trevas luz&lt;br /&gt;As nuvens partiram, e com elas o meu sofrimento&lt;br /&gt;Hoje sou feliz….&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-116594789036925197?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/116594789036925197/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=116594789036925197&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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partir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, vou dizer sempre a verdade&lt;br /&gt;Amanhã, vou ajudar o meu irmão&lt;br /&gt;Amanha, vou ler um livro&lt;br /&gt;Amanhã, vou ganhar o meu próprio pão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, será um dia&lt;br /&gt;Talvez uma despedida&lt;br /&gt;Será apenas mais uma promessa&lt;br /&gt;Talvez nunca cumprida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-116594783325114503?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/116594783325114503/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=116594783325114503&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116594783325114503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116594783325114503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/12/amanh.html' title='Amanhã…'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-116118305492609373</id><published>2006-10-18T15:50:00.000+01:00</published><updated>2006-10-18T15:50:55.056+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>“O segredo da felicidade não é fazer sempre o que queremos, mas sim querersempre o que fazemos” (Tolstoi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Tolstoi este é um método para atingir a pura felicidade. Concordo mas ao mesmo tempo questiono!&lt;br /&gt;Então se a felicidade nem sempre está naquilo que queremos, como poderemos afirmar que estamos felizes quando realizamos os nossos sonhos? Claro que nós queremos sempre os nossos sonhos, mas ao mesmo tempo são aquilo que queremos fazer… ou seja será realmente possível ser feliz senão fizermos aquilo que queremos? A meu ver, não. Será então necessário uma mistura: querer sempre o que queremos fazer, pois se não houver vontade para o fazer, é obvio que não vamos querer aquilo que fazemos! É claro que nem sempre podemos fazer aquilo que queremos, pois poderemos estar a prejudicar o nosso próximo, mas se não houver nada que se oponha concordo plenamente em fazermos aquilo que queremos. Nunca se sabe o que se passará depois de fazermos a passagem para mundo seguinte, ou melhor, não sabemos se existe um mundo seguinte, apenas sabemos que vamos morrer…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marta Moura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-116118305492609373?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/116118305492609373/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=116118305492609373&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116118305492609373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116118305492609373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/10/o-segredo-da-felicidade-no-fazer.html' title=''/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-116020616742958811</id><published>2006-10-07T08:28:00.000+01:00</published><updated>2006-10-07T08:30:16.660+01:00</updated><title type='text'>[Sem título]</title><content type='html'>Pensei em escrever, mas sentei-me e as ideias que tinha simplesmente se desvaneceram. Tudo mudou, pensei que para melhor, mas afinal tudo continua na mesma. Estou sem vontade para tudo, tenho tudo e não tenho nada... Há sempre algo que nos falta, compreendo que não possa ter a quantidade desejada, mas revolta-me saber que tenho as oportunidades e que não as possa aproveitar, sempre estou dependente dos outros, detesto isso, detesto não ser independente, fazer o que realmente quero sem qualquer receio de consequências e sem dar importância a qualquer crítica vinda de pessoas de fora…&lt;br /&gt;Mas então quais serão as críticas que mais nos magoam? Aquelas vindas de pessoas que desprezamos, as quais denomina-mos inimigos? Ou então das que simplesmente nos passam despercebidas? Ou serão as críticas das pessoas que nos são queridas? Aquelas com quem passa-mos todos os dias, os bons ou maus momentos, sem as quais não conseguiríamos viver, pois simplesmente fazem parte de nós? Basta dizerem-nos uma palavra, basta apenas uma pequena crítica e deixam-nos logo destroçadas. Ou então os do sexo contrário que, quando fazemos tudo por eles, nem sequer o reconhecem? Olhamo-nos montes de vezes ao espelho antes de os encontrarmos e eles simplesmente não notam aquela coisa nova que comprarmos apenas para os agradar, ou uma mudança de visual apenas para combinar com eles. Sim, é isto que nos mágoa, que nos faz chegar a casa e simplesmente desistir, desistir de tudo.&lt;br /&gt;Hoje li uma frase interessantíssima que vou passar a citar, "a vida fecha-nos várias portas, mas deixa-nos sempre uma aberta", e é por essa que devemos seguir; mas, quando essa se fecha pelos motivos mais impensáveis, o que fazer depois, quando tudo acaba, quando aquilo que amamos ou simplesmente que gostamos nos foge… quando tudo termina? Fica a porta aberta! Mas que porta é essa que acaba com a felicidade presente e que nos traz uma futura? E se simplesmente não quisermos essa porta aberta, pois vemos apenas sofrimento para a felicidade final… valerá a pena enveredar-mos por caminhos desconhecidos para atingirmos esse fim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marta Moura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-116020616742958811?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/116020616742958811/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=116020616742958811&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116020616742958811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/116020616742958811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/10/sem-ttulo.html' title='[Sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-115222738975912412</id><published>2006-07-07T00:09:00.000+01:00</published><updated>2006-07-07T00:11:57.153+01:00</updated><title type='text'>ENCRUZILHADA</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqui me encontro eu, no cruzamento da vida. O semáforo está vermelho e euaguardo.Que caminho seguirei? Perdida na ilusão da vida, por entre mentiras e hipocrisias. Olho. Lá ao longe vejo o horizonte, em que o meu olhar se perde. Que caminho seguirei? E esta pergunta que me martela na cabeça, não sei a resposta. Pergunto a quem me ouve, que caminho é o certo, mas eles fingem-se surdos à minha pergunta. Será que haverá resposta para tal pergunta??? Estou no dilema da vida, e encontro-me perdida. O semáforo ficou verde, e eu tenho de decidir, os carros lá atrás começam aapitar. Tenho de decidir... tenho de avançar."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ivete Barbosa&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-115222738975912412?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/115222738975912412/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=115222738975912412&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/115222738975912412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/115222738975912412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/07/encruzilhada.html' title='ENCRUZILHADA'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-115222732846437087</id><published>2006-07-07T00:06:00.000+01:00</published><updated>2006-07-07T00:08:48.476+01:00</updated><title type='text'>SÚPLICA</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Pára!...&lt;br /&gt;Não te quero ouvir...&lt;br /&gt;Não quero ver mais a realidade crua e fria,&lt;br /&gt;da rua em que me encontro.&lt;br /&gt;Pára!&lt;br /&gt;Não me tortures mais.&lt;br /&gt;Deixa-me sair, larga-me.&lt;br /&gt;Deixa-me ir ver as flores lá fora,&lt;br /&gt;ouvir os pássaros cantar,&lt;br /&gt;enfim...&lt;br /&gt;deixa-me ser feliz"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-115222732846437087?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/115222732846437087/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=115222732846437087&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/115222732846437087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/115222732846437087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/07/splica.html' title='SÚPLICA'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-114372693120361640</id><published>2006-03-30T14:47:00.000+01:00</published><updated>2006-03-30T14:55:31.223+01:00</updated><title type='text'>Somos responsáveis ou não pelo que se passa no mundo?</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;No meu ponto de vista, o homem é responsável pelo que acontece no mundo, de bom ou mau. O facto de sermos uma Aldeia Global explica a responsabilidade de cada um nos acontecimentos mundiais.&lt;br /&gt;Há casos em que somos responsáveis directamente (a poluição que cada um faz) e casos em que somos responsáveis indirectamente (o facto de se ter emprestado a base das Lages, torna-nos responsáveis pela guerra que decorre no Iraque). Relativamente à poluição, existem várias medidas a tomar, das quais: reciclar, tratar melhor os resíduos provenientes das fábricas, utilização de carros a gás, filtração total das fábricas, optar por transportes públicos (devendo estes funcionar a electricidade), utilização de energias renováveis (não poluentes), informar, acerca da importância da não poluição, as pessoas mais distantes dos grandes centros (nomeadamente as das aldeias) e sensibilizar as pessoas a reciclar através de campanhas e boletins e a fazer “algo” que, apesar de ser pouco, ajuda a diminuir a poluição e a destruição da camada do ozono.&lt;br /&gt;Caso aconteça uma enorme inundação na Indonésia devida ao desgelo dos glaciares e consequente aumento do nível da água do mar, cada um de nós é responsável, directamente, pois não existe ninguém que nunca tenha deitado um plástico ou um papel para o chão. Se falar-mos em casos que se passam nas nossas estradas, notamos que também existe responsabilidade de cada um para consigo próprio, para com o seu carro e para os carros que circulam. Mais uma vez somos directos responsáveis, pois excedemo-nos nas bebidas alcoólicas, desrespeitamos as regras de transito, na maioria das vezes vemos o mundo de uma maneira Hedonista, pensando apenas em nós, não nos interessando com o carro que viaja ao nosso lado. A sinistralidade nas estradas existe por mera inconsciência por parte do condutor, desrespeito das regras de trânsito, o condutor pensa que é o único a andar na estrada, causando assim a morte de outros que não tinham nada a haver e que certamente sempre cumpriram as normas impostas.&lt;br /&gt;Na responsabilidade indirecta, não temos praticamente nada haver com o que se passa, mas o passado é visto com algo inegável. As mortes que existiram durante a 1ª Guerra Mundial, algumas delas, foram causadas por militares portugueses, antepassados nossos. Certamente que existiram familiares nossos que mataram e nós somos responsáveis por eles e pelos mortos que causaram, pois não podemos negar os nossos genes. Este caso também acontece com as mulheres muçulmanas, que são tratadas como escravas pelos maridos. Quando ocorreu a invasão da Península Ibérica por parte dos muçulmanos, houve violações, casamentos, relações entre muçulmanos e cristãos que originaram uma raça, a nossa. Quem nos diz a nós que não descendemos de muçulmanos?&lt;br /&gt;Relativamente ao racismo que existe no mundo, Portugal e os portugueses são responsáveis, pois fomos nós que iniciámos a escravatura em África (mais uma vez uma relação indirecta). A minha mãe conta que tinha um professor que dizia (aquando da revolução industrial): “O Homem tanto há-de descobrir que se há-de auto-destruir”. Esta afirmação é válida, por exemplo, para a descoberta da bomba atómica.&lt;br /&gt;“Até agora o Homem brincou com o mundo, a partir de agora o mundo brinca com o Homem.” Até á actualidade, o Homem utilizou a terra, a água, os recursos, poluiu, explorou, a partir de agora com a consequente destruição, o mundo vai sentir-se e vai destruir o Homem. Cada um é responsável e não tem o direito de culpar ninguém. Temos de lutar por um mundo melhor para haja tanta insegurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Branco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-114372693120361640?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/114372693120361640/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=114372693120361640&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/114372693120361640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/114372693120361640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/03/somos-responsveis-ou-no-pelo-que-se.html' title='Somos responsáveis ou não pelo que se passa no mundo?'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-114216377585041025</id><published>2006-03-12T11:42:00.000Z</published><updated>2006-04-28T10:23:05.333+01:00</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Aqui encontro-me, mais uma vez a limpar o pó da minha cómoda. Pergunto-me a mim mesma, quantas vezes mais terei de o fazer? Quantas vezes mais terei de fazer as mesmas coisas como se fossem a primeira vez? Pensei na minha vida, como passado e futuro, e vi que a minha vida não passa de uma cópia, como tantas outras.&lt;br /&gt;Desde pequenos que nos incutiram o verbo "estudar", e a partir daí uma longa caminhada, até acabar o curso. Depois casa, filhos, fartos de trabalho, etc... Até que um dia olhamos ao espelho, e damo-nos conta que os anos passaram, sem que deles tenhamos aproveitado algo. E então olhamos a vida do nosso vizinho, e vemos a nossa vida: problemas, filhos… Uma cópia!&lt;br /&gt;É assim a nossa vida, uma vida que a sociedade nos impôs, como se quando nascemos, é já aquele o nosso destino. Há uns anos atrás, não havia tanto conforto, riqueza, luxo, fartura como hoje, mas as pessoas eram felizes! Porquê? Porque lhes bastava pouco para se satisfazerem, para serem felizes.&lt;br /&gt;Hoje isso não acontece, quanto mais temos, mais queremos. E a nossa sede “TER” é tão grande, que nunca é saciada. Cegos pelo “TER” andamos infelizes, insatisfeitos, mal-humorados, porque pensamos que as pessoas valem mais pelo ter do que pelo ser.&lt;br /&gt;Preocupamo-nos mais em comer do bom e do melhor, do que estender a mão ao pobre que não come há três dias. Abri a janela da vossa casa e olhai a nossa sociedade. A sociedade do egoísmo, da hipocrisia, da desigualdade, do individualismo. É esta a nossa sociedade, que está a auto-destruir-se, a ser cada vez mais mesquinha, em que a razão dos outros está nos outros e não em nós. É esta a sociedade com que me deparo todos os dias. Esta sociedade em que os ricos é que são os senhores da verdade e da justiça. Se dizem que a justiça é para todos porque é que, se um rico e um pobre são presos, o rico paga a caução e vai embora, e o pobre fica lá? Ele não tem os mesmos direitos que o rico? Ou os direitos só se têm conforme a conta bancária?&lt;br /&gt;Se dizem que os Direitos Humanos, são para todos, por que é que, morrem milhares de pessoa todos os dias à fome? Pessoas que não têm direito a uma oportunidade, neste mundo racista e xenófobo.&lt;br /&gt;Abri os olhos! Ninguém é auto-suficiente, capaz de estar só. Nós precisamos de conviver, de ter amizades. Não amizades com interesses, com sorrisos amarelos, mas sim amizades verdadeiras, que cultivam o nosso ser. Ajudai os outros! Sede generosos, sede amigos. Estabelecei uma relação com o outro como um “tu-como-eu”, ou seja, fazei aos outros o que queres que te façam a ti. Dai sem esperar nada em troca. É nas experiências de acolhimento, carícia, que os valores são experimentados como valores absolutos e intocáveis.&lt;br /&gt;É nas experiências de reconhecimento, do amor, de amizade que o homem se encontra a si próprio. Aqui encontramos também uma dimensão com o outro, uma relação positiva e feliz, com envergadura moral e ética. Como dizia Jeremy Bentham, “A melhor acção, é a que obtém maior felicidade para o maior número”. A pessoa vale por aquilo que é, por aquilo que é por dentro.&lt;br /&gt;Não façam um muro à vossa volta, construí antes uma ponte.&lt;br /&gt;Pensei isto tudo a limpar a cómoda, imaginem se fosse o guarda-fatos!!!....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-114216377585041025?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/114216377585041025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=114216377585041025&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/114216377585041025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/114216377585041025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/03/sem-ttulo.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113900429163367951</id><published>2006-02-03T22:04:00.000Z</published><updated>2006-02-03T22:10:52.066Z</updated><title type='text'>Poemas Filosóficos II</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Ser filósofo é ser paciente&lt;br /&gt;Ser paciente e esperar&lt;br /&gt;É acreditar que as respostas&lt;br /&gt;Ainda o hão-de ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma multidão reunida &lt;br /&gt;A tentar resolver&lt;br /&gt;Para chegar a um consenso &lt;br /&gt;O que se pode fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um puxa para seu lado&lt;br /&gt;Com toda a força que tiver&lt;br /&gt;Não existe tolerância&lt;br /&gt;Haja o que houver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mistura de culturas&lt;br /&gt;E mistura de valores&lt;br /&gt;Parece-nos tudo um jardim&lt;br /&gt;Um jardim cheio de flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marginalidade existe&lt;br /&gt;Bem activa nos nossos dias&lt;br /&gt;Devido ao não entendimento&lt;br /&gt;Desses homens: nossos guias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem paga sempre é o pobre&lt;br /&gt;O pobre que busca uma vida&lt;br /&gt;Sem ter o poder de um nobre&lt;br /&gt;Vai-se-lhe esvaziando a barriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois caminhos abertos&lt;br /&gt;Liberalismo e comunitarismo&lt;br /&gt;Mas qual escolher &lt;br /&gt;Se nenhum é conciso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há que haver tolerância&lt;br /&gt;E tentar perceber o companheiro&lt;br /&gt;É não ter arrogância&lt;br /&gt;Nem mesmo por dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Branco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113900429163367951?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113900429163367951/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113900429163367951&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900429163367951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900429163367951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/02/poemas-filosficos-ii.html' title='Poemas Filosóficos II'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113900425853160866</id><published>2006-02-03T22:03:00.000Z</published><updated>2006-02-03T22:07:44.886Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>O que fazeria no lugar do Juiz que julgou Xi no filme "Os deuses devem estar loucos"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso estivesse no lugar do juiz que sentenciou Xi, não o teria condenado tão severamente. Tentaria saber quais as origens do Xi, facilmente percepcionais devido à sua língua e vestiário e dessa forma compreender a sua cultura. Na cultura do Xi, os Boschimanes, o acto de roubar ou matar uma cabra, não era um acto de maldade, mas sim algo normal para a sua sobrevivência, pois entre eles não existiam leis. Ao deparar-se com uma cultura moderna, civilizada, completamente diferente dos Boschimanes, a definição de valores como bem e mal chocou, acabando com a prisão do Xi. Embora ele se tenha tentado expressar, o juiz não teve a condescendência de o compreender (tarefa dificultada pela língua do Xi), pois a cultura dos Boschimanes era muito atrasada não lhes permitindo ter uma visão mais tolerante, mais liberal, do que para os Boschimanes eram valores.&lt;br /&gt;Assim Xi, devido à lei existente naquela altura foi condenado sem perceber que ao cometer um roubo para comer, suscitou raiva e ódio no dono da cabra. De qualquer forma, atribuiria um castigo leve ao Xi, de modo que ele compreende-se que ao entrar na nossa cultura, tinha que se sujeitar a certos condicionantes, pois os valores da nova cultura tinham de ser respeitados por todos incluindo ele, e que ao violar uma lei haveria uma pena consoante a gravidade do acto. É possível que o juiz tenha ignorado a explicação traduzida do Xi por a sua cultura ser muito mais avançada, considerando que o Xi não deveria ser tratado como os outros, estando assim presente uma forma de segregação por parte do juiz, algo que eu não faria indiferentemente da pessoa que estivesse a julgar.&lt;br /&gt;Na minha opinião a comunidade dos Boschimanes poderia ser integrada na sociedade moderna através de uma adaptação passiva e também activa ao meio. Os Boschimanes teriam que se conformar com as leis e costumes existentes na sociedade e também deveriam tentar adaptar-se mais activamente, participando nas actividades, fazendo o mesmo que os outros que sempre viveram aí, tirando o máximo proveito disso (no caso do Xi aprendeu a conduzir). Teria que existir uma cooperação de modo a formar-se um interculturalismo e não um multiculturalismo, ou seja, de modo a que houvesse uma ligação das culturas com o objectivo de criar valores em comum chegar à transculturalidade, formando uma nova cultura. Desta forma (interculturalismo) existiria um comunitarismo, uma raiz comum de valores que aproximariam as duas culturas. Assim, os representantes de cada grupo fazem “lobbies” (defendem os interesses do seu grupo), não tentavam “ficar por cima”, mas sim chegar a um consenso que favorecesse ambas as partes. Para isso também os cidadãos da comunidade moderna se tinham de adaptar aos Boschimanes, não os tratando como marginais, acolhendo-os. De qualquer forma, se um mecânico se conseguiu adaptar aos Boschimanes quando fugiu, também eles se conseguem adaptar à sociedade moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiago Adriano&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113900425853160866?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113900425853160866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113900425853160866&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900425853160866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900425853160866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/02/sem-ttulo_113900425853160866.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113900420309250935</id><published>2006-02-03T22:02:00.000Z</published><updated>2006-02-03T22:08:54.100Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>O que fazeria no lugar do Juiz que julgou Xi no filme "Os deuses devem estar loucos"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma vida possível em sociedade, tem de se ter normas e valores. As normas são factores de ordem e segurança dos elementos da sociedade e também o sistema que suporta padrões de conduta que legítima os valores de interesse colectivo. Se cada um agisse apenas em função dos seus impulsos ou tendências, os diferentes interesses iriam chocar, dificultando assim a vida em sociedade. É preciso, por isso, um sistema de normas, ou seja, um conjunto de leis que garanta a paz.&lt;br /&gt;Se estivesse no lugar do juiz que, sentenciou o Xi, dar-lhe-ia uma pena leve, como trabalhar no campo, até restituir o dinheiro que valia a cabra. Pois apesar de a função do juiz ser interprete da lei, e que deve existir leis iguais para todos independentemente dos valores de cada um. Temos que compreender que no mundo não reina o monoculturalismo, mas sim o multiculturalismo, isto é, um mundo com várias culturas. E cada cultura tem as suas normas, os seus valores. Na sentença a segregação não devia ser considerada como acto racista, mas sim de compreensão. O Xi ao entrar no “nosso mundo” teve de se readaptar ao meio, e de ser sujeito às nossas leis e cultura.&lt;br /&gt;Na sentença do juiz devia existir tolerância, como uma atitude activa, ou seja, teria de respeitar e reconhecer a cultura de que veio o Xi. Esta cultura tão diferente da nossa que para os Boschimanes nem existia o termo “culpado” ou “crime”. Deste modo, a capacidade de o ser humano se adaptar ao meio e de transmitir às gerações seguintes as suas conquistas denomina-mos por cultura. O mundo actual que se nos apresenta, não como um mundo monocultural, mas sim como um mundo multicultural, ou seja, um mundo com várias cultural. E como exemplo temos a comunidade do Xi, os Boschimanes e a sociedade moderna, nós, que aqui se nos apresentam como duas culturas diferentes, com valores e normas diferentes.&lt;br /&gt;Todavia apesar de tão diferentes, pode existir uma relação entre elas, e encontrar pontos em comum, a isso se dá o nome de interculturalismo. Como vemos no filme, em que o Xi aprendeu a andar de carro, ou o mecânico quando esteve prestes a morrer, esteve com os Boschimanes e aprendeu a sua língua, a sua cultura. Aqui se vê uma adaptação ao meio activa.&lt;br /&gt;O interculturalismo pode levar ao transculturalismo, ou seja, estabelecer uma relação entre as duas culturas, isto é, entre os Boschimanes e a sociedade moderna, e esta relação levava a procurar valores em comum, criando deste modo uma base para todos, e levar estas duas culturas a serem complementares, formando assim uma nova cultura.&lt;br /&gt;Apesar de o mundo actual existir diferentes raças, etnias e com elas diferentes culturas, temos de usar a tolerância. O reconhecimento do direito à diferença, não como algo que me separa dos outros, mas sim enquanto algo positivo e enriquecedor no caminho para a razão e verdade colectiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113900420309250935?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113900420309250935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113900420309250935&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900420309250935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900420309250935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/02/sem-ttulo_113900420309250935.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113900408234822365</id><published>2006-02-03T22:00:00.000Z</published><updated>2006-02-03T22:01:22.350Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>E se no filme os deuses devem estar loucos caísse uma garrafa por cada habitante da aldeia? O que aconteceria?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se caísse uma garrafa por cada habitante, penso que no início eles ficariam satisfeitos, e até agradeceriam aos deuses, pois a garrafa lhes era útil, mas penso que passado algum tempo, eles ficariam fartos e insatisfeitos pois não encontravam mais utilidade para a garrafa. E essa insatisfação leva-nos a serem infelizes, o coração deles já tinha o sentimento de posse, e isso fazia com que eles não andassem saciados e quisessem sempre mais e mais.&lt;br /&gt;Contudo as garrafas poderiam ser de diferentes materiais ou tamanhos, o que levaria a criar entre elas sentimentos de inveja e ódio. Ao morrer um elemento do grupo levantaria o problema: “Para quem ficava a garrafa”, isto levaria a uma revolta, pois estava presente o sentimento de posse. Ou ainda por um descuido, uma garrafa se partir, isto podia levar o elemento do grupo (a quem a garrafa se tinha partido), a sentir inveja, ódio, podendo até matar, pois está “cego” pelo ter.&lt;br /&gt;Penso que nenhuma garrafa deveria ter caído, pois a garrafa está ligada a nós, “cegos” pelo sentimento de posse, ódio, inveja e insatisfação. Eles eram felizes, e devíamos aprender com eles, preocuparmo-nos mais com o Ser do que com o Ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113900408234822365?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113900408234822365/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113900408234822365&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900408234822365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900408234822365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/02/sem-ttulo_03.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113900402597894090</id><published>2006-02-03T21:59:00.000Z</published><updated>2006-02-03T22:00:25.980Z</updated><title type='text'>Direitos Humanos</title><content type='html'>&lt;p&gt;A Declaração Universal dos Direitos do Homem tem como objectivo chegar a todos os povos do mundo para que todos os indivíduos se esmerem, colaborem para o respeito mutuo dos direitos, deveres e também a presente liberdade em todos os artigos sob a forma de conceder direitos ao homem. Esta declaração “luta” contra a opressão, tirania e apela à igualdade de direitos dos homens e das mulheres. Os seus valores orientadores passam não só pela liberdade e igualdade, mas também pela solidariedade e fraternidade. Os direitos humanos são o esforço para que os seres humanos utilizem a sua razão e a sua liberdade para construírem um mundo melhor. Os direitos humanos constituem mais do que uma realidade, um projecto, uma luta. Os valores presentes no artigo 22.º são ter “direito à segurança social, poder legitimamente exigir satisfação dos direitos económicos, sociais, culturais graças ao esforço nacional e à cooperação internacional de harmonia”.&lt;br /&gt;Relacionamos os valores do artigo com a objectividade e subjectividade dos valores podemos dizer que os valores do artigo são para toda a humanidade respeitar. As pessoas devem aprender a viver com esses valores e devem ensiná-los às gerações que aí vem, já que o ser humano é simultaneamente construído e construtor de valores. Se as pessoas não estão de acordo, deviam criar consensos para melhorarem a sua vivência em sociedade. Os valores são subjectivos, visto que cada ser humano tem a sua opinião e o seu próprio ponto de vista, mas na declaração universal dos direitos humanos é um dever que todos devemos interpretar da mesma forma. Os valores do artigo 22.º e dos outros artigos são deveres e direitos que todo o ser humano deve conhecer e obedecer àquilo que estamos condicionados porque apesar de termos liberdade estamos condicionados por vários factores. Relacionando os valores com a historicidade e perenidade dos valores concluí-se que são perenes, não têm fim, de modo que são para todo o homem do mundo cumprir. A sua historicidade permite-nos resistir ao espaço e ao tempo em qualquer data, em qualquer lugar os valores devem funcionar da mesma maneira.&lt;br /&gt;Na minha opinião, penso que os valores do artigo 22.º devem ser universais. Segundo o critério antropológico os valores devem ser mais importantes para toda a gente. Só tem valor o que serve para a realização do ser humano, o resto não tem valores; no critério da inter-subjectividade comunicativa consta que os problemas só poderão ser resolvidos na base de consensos discutidos, dialogados, isto é, a verdade e os consensos resultam sempre do diálogo; o critério da argumentação visa que uma decisão ou escolha aproximando-se mais da verdade se ela for objecto de argumentação; o critério democrático, ou seja, o poder do povo, a verdade não se encontra necessariamente ao lado da maioria, trata-se do menos mau dos procedimentos tendentes à validação inter-subjectiva dos valores e das escolhas axiológicas não resolúveis…&lt;br /&gt;Os valores devem ser universais, pois sem poderes cada pessoa faria o quisesse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; Catarina Leocádio&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113900402597894090?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113900402597894090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113900402597894090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900402597894090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900402597894090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/02/direitos-humanos.html' title='Direitos Humanos'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113900395561636613</id><published>2006-02-03T21:58:00.000Z</published><updated>2006-02-03T21:59:15.626Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>O Homem para orientar as suas acções viu-se necessitado de valores, isto é, valorizar. Bem, mal, certo, errado… tudo isto o homem adquiriu através da sua educação, cultura, experiência de vida. Então teremos um padrão de consciência em que o Homem ao usar este padrão valoriza, ou seja, emite um juízo apreciativo sobre algo.&lt;br /&gt;Podemos então dizer que o Homem necessita de valores que possam garantir o seu respeito, a sua paz e a sua segurança na vida em sociedade. Os problemas do ser humano mudam, mas as suas aspirações permanecem sempre ao longo dos tempos. Por isso, quase todos os países aceitam um conjunto de valores, a que denominamos por direitos humanos.&lt;br /&gt;Nos direitos humanos verifica-se uma evolução de valores. Ao longo da História, tem-se verificado uma evolução da liberdade e inocência. Fazendo um estudo diacrónico no nosso tempo, comparando-o com a idade média, podemos verificar uma evolução destes dois valores. Antes uma pessoa era condenada à “mínima” suspeita, hoje verifica-se que até prova, credível e justificável, encontrada em contrário é inocente. Antes uma pessoa ao exercer uma acção, esta podia parecer delituosa face aos olhos de outrem e era condenada, hoje a pessoa só é condenada se a acção que exerceu constitui um acto delituoso face ao direito interno ou internacional.&lt;br /&gt;A liberdade e a inocência são em parte valores subjectivos, pois ao passarem por mim modifico-os, isto é, altero o seu conteúdo, conforme a minha educação, cultura, crença e experiências de vida. A forma destes dois valores é que é perene, isto é, são objectivos, não mudam, sendo absolutos e valem sempre o mesmo, enquanto palavra. Uma parte destes valores serem objectivos, isto é, não mudam (enquanto palavra), leva o homem a gerar consensos, para melhor viver em sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113900395561636613?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113900395561636613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113900395561636613&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900395561636613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113900395561636613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/02/sem-ttulo.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113844117867677153</id><published>2006-01-28T09:39:00.001Z</published><updated>2006-03-20T17:14:29.270Z</updated><title type='text'>Saudades</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Vai-te embora!&lt;br /&gt;Deixa-me sozinha,&lt;br /&gt;Deixa-me neste canto,&lt;br /&gt;Deixa-me chorar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pára!&lt;br /&gt;Eu não te quero ouvir,&lt;br /&gt;Vai-te embora,&lt;br /&gt;Eu quero voltar a sorrir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero correr, mas tu prendes-me as pernas,&lt;br /&gt;Eu quero falar, mas tu tapas-me a boca,&lt;br /&gt;Eu quero olhar, mas tu fechas os meus olhos,&lt;br /&gt;Eu quero ouvir, mas tu tapas-me os ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persegues-me todos os dias,&lt;br /&gt;Tu queres-me possuir,&lt;br /&gt;Mas eu não vou deixar,&lt;br /&gt;Eu hei-de continuar a lutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pára!&lt;br /&gt;Estás-me a sufocar,&lt;br /&gt;Não aguento mais esta dor maldita!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero sair.&lt;br /&gt;Abre-me a porta.&lt;br /&gt;Alguém me ouve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113844117867677153?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113844117867677153/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113844117867677153&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844117867677153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844117867677153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/saudades.html' title='Saudades'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113844120443588219</id><published>2006-01-28T09:39:00.000Z</published><updated>2006-01-28T09:40:04.436Z</updated><title type='text'>A Vida</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Estou no fundo do poço,&lt;br /&gt;As pessoas olham-me e começam a rir,&lt;br /&gt;Mas esquecem-se elas,&lt;br /&gt;Que um dia eu irei subir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com muita força e coragem,&lt;br /&gt;Irei subir lentamente,&lt;br /&gt;E quando chegar lá em cima, gritarei:&lt;br /&gt;“Cá estou novamente!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida é uma montanha,&lt;br /&gt;Onde toda a gente caminha,&lt;br /&gt;Onde o que interessa,&lt;br /&gt;É chegar lá em cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra-te do dia de hoje,&lt;br /&gt;Lembra-te de sorrir,&lt;br /&gt;Pois amanhã,&lt;br /&gt;O dia pode não vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113844120443588219?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113844120443588219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113844120443588219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844120443588219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844120443588219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/vida.html' title='A Vida'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113844114388785938</id><published>2006-01-28T09:38:00.000Z</published><updated>2006-01-28T09:39:03.886Z</updated><title type='text'>Comentário filosófico ao filme os deuses devem estar loucos</title><content type='html'>O filme é um exemplo perfeito para se fazer/encontrar ligações com a matéria passada, pois tem inúmeros valores explícitos e implícitos e umas quantas acções humanas.&lt;br /&gt;Relativamente à “Acção Humana” pode dizer-se que o filme é feito basicamente (à base) de acções humanas. Em primeiro lugar podemos falar de actos naturais ou fenómenos (a seca que acontecia, todos os anos, naquele deserto à qual só lá ficava a comunidade primeiramente mostrada), actos acidentais e reflexos (quando a garrafa é atirada ao ar e cai na cabeça da criança), todos estes actos são involuntários. Também existem os actos mistos como os actos equivocados (Xi ter partido com o fim de devolver a “coisa maléfica” aos Deuses), os actos inevitáveis (deixar o jipe ser elevado ao cume da árvore para ir salvar a menina que estava presa numa árvore), os actos forçados (quando o analisador quer dizer à professora que a ama, fica completamente alterado e só faz/causa distúrbios) e por fim os actos voluntários, aquelas acções que realizamos sobre nós (alimentarem-se), com os outros (falar, trabalharem em grupo para capturar e destruir os rebeldes) e as produções que realizamos (cabanas que a comunidade com paus e peles curtidas).&lt;br /&gt;Os valores são frequentes no dia-a-dia, lidamos com todos os dias, logo o filme não podia deixar de ter valores no seu decorrer. Primeiramente de onde é proveniente Xi era uma comunidade alegre, onde existia diálogo, amor, amizade, cooperação, todos os valores positivos que existem poderiam ser acrescentados. Com a queda da garrafa, os membros deste povo começaram a entrar em conflito uns com os outros, pelo facto de a garrafa servir para todo o tipo de tarefas e todos a quererem possuir ao mesmo tempo (todos ambicionavam tê-la), os valores formados e implementados primeiramente começaram a transformar-se no oposto, deixando de existir união naquela comunidade. Outros valores revelados foram o valor da amizade que existia entre a professora e o analisador, e o amor quando a professora está a ouvir uma “declaração de amor” por parte do analisador. Todos estes valores e muitos mais compõem o filme.&lt;br /&gt;O facto de existir “Acção(ões) Humana(s)” e “Valores” no filme leva-nos a afirmar que existem ligações entre o filme e a matéria anteriormente leccionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Branco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113844114388785938?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113844114388785938/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113844114388785938&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844114388785938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844114388785938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/comentrio-filosfico-ao-filme-os-deuses.html' title='Comentário filosófico ao filme os deuses devem estar loucos'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113844109858191793</id><published>2006-01-28T09:37:00.000Z</published><updated>2006-03-20T17:16:44.440Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>Aqui estamos nós portugueses, com mais um aumento à porta. De tantos aumentos, que estes já fazem parte do quotidiano. E já não nos admira nada, quando o jornal da Noite abre com: “Mais um aumento”, é claro que o pessoal já nem liga, mas ainda há quem venha para a rua manifestar-se. Como aqueles tipos, que tem um «mercedeszinho», numa «garagenzinha», ao lado de uma mansão com piscina. Sim, esses tipos, que aparecem de cinco em cinco anos, sim esses mesmos, os candidatos à presidência da República.&lt;br /&gt;Estudos feitos pela União Europeia, revelam que os portugueses andam com a moral em baixo, mas não há nada melhor para levantar o astral, do que os candidatos a fazerem campanha, são bem capazes de fazer concorrência ao “levanta-te e ri”. O Jornal da Noite em vez de abrir com a notícia “a candidatura de…”, devia abrir assim: “bem-vindos ao programa senta-te e chora de tanto rir”.&lt;br /&gt;Imaginemos um dos candidatos a fazer campanha. Ele cumprimenta, ele bebe, ele faz discursos, fala mal dos outros, dança, brinca… Agradece, dizendo que a comida estava óptima, e mais um voto, ele cumprimenta, e mais um voto, ele dança e segreda: “a senhora é uma jovem, aí se eu não fosse casado”, ele brinca “menino diz ao paizinho para votar em mim, e levas este chupa-chupa”, e mais um voto. E assim vai todo satisfeito para casa e ao chegar pede uma aspirina para as dores de cabeça, comenta que a mulher dançou mal, que a criança estava ranhosa…&lt;br /&gt;E amanhã recomeça tudo outra vez. A vida de candidato tem que se lhe diga. Se fosse nos Estados Unidos da América já tinham ganho Óscares de melhores actores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113844109858191793?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113844109858191793/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113844109858191793&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844109858191793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113844109858191793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/sem-ttulo_28.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113792526016457430</id><published>2006-01-22T10:19:00.000Z</published><updated>2006-01-22T10:22:20.260Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Amar-te é filosofar&lt;br /&gt;Tentar compreender-te e questionar-me&lt;br /&gt;Acerca daquilo que és e me fazes sentir,&lt;br /&gt;Quando estou perto de ti, não consigo deixar de sorrir&lt;br /&gt;O teu olhar alimenta o meu ser&lt;br /&gt;Por isso não feches os olhos pois não quero perecer&lt;br /&gt;Nunca te irei conhecer intimamente&lt;br /&gt;Apesar de todos os dias penetrar na tua mente&lt;br /&gt;Espero que de ti nunca venha a deixar de gostar&lt;br /&gt;Porque alguém como tu em toda a minha vida posso nunca mais encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freedom&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113792526016457430?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113792526016457430/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113792526016457430&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113792526016457430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113792526016457430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/sem-ttulo_22.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113786093649749438</id><published>2006-01-21T16:28:00.000Z</published><updated>2006-01-21T16:28:56.500Z</updated><title type='text'>Quem sou eu?</title><content type='html'>Em frente a um espelho, uma rapariga de cabelo amarrado, mas mesmo assim despenteada. Olhos castanhos por detrás de umas lentes que alguém me impingiu. Os ossos da cara um pouco salientes, culpa das vezes em que perdi a fome ao olhar para o lugar vazio a meu lado… “Magríssima”, diria a minha mãe.&lt;br /&gt;“Sentido crítico demasiado aguçado. Sensibilidade demasiado grande. Imaginação demasiado desperta”, poderia também dizer a minha mãe com um misto de orgulho e medo por me saber assim. Seguir-se-ía então um “inteligente, mas sempre na lua” (pequeno parêntesis só para referir que preferia um “absent-minded” que p’lo menos me daria uma intelectualidade que não tenho, mas o inglês da minha mãe é arcaico…).&lt;br /&gt;Esqueço a previsível caracterização que a minha mãe me faria e concentro-me de novo no espelho. Os olhos raiados de vermelho, a cara “coladiça” do choro, o nariz a fungar… (Demasiado frágil?) E continuo no meu dilema… como me definir? É melhor esquecer a parte física. É demasiado pouco importante, demasiado banal. Faz-me lembrar demasiado das pessoas que ficaram pelo que lhes parecia de mim, das que me olham todos os dias e automaticamente imprimem um rótulo com algo pegajoso e me colam na testa… Precisava de um espelho que reflectisse a minha alma para poder transpor tudo para este papel. Decido esquecer o trabalho e deito-me, frustrada.&lt;br /&gt;Dia seguinte, entro na sala onde todos berram e o meu ocasional riso destoa. Sinto os olhares em mim e só me apetece hibernar… Fazem-me perguntas sobre a actriz que apareceu na tal revista e limito-me a encolher os ombros. Não estou interessada em comprar a podridão do sensacionalismo, obrigado. Olham para mim com incompreensão e prosseguem com os gritinhos, os abracinhos e os beijinhos. Não é que tenha algo contra a histeria, pelo contrário, eu própria consigo ser bastante histérica aos domingos à tarde (e os tpcs se acumulam num monte). O problema é quando os gritinhos, os abracinhos e os beijinhos me cheiram a falsidade. A corrupção da própria pessoa. Às vezes dão-me vómitos mentais.&lt;br /&gt;Tento ignorar e olho p’la janela. “É tão mais fácil definir-me pelo que não sou”, penso. Basta olhar em volta e traduzir para palavras.&lt;br /&gt;Falsas, fúteis, superficiais. “Meus Deus”, invoco eu, não estando sequer certa se alguém me ouve, “tanto que me irritam.”. Há toda uma infinidade neles que eu não sou – e dou graças por isso. Não me quero nunca mover assim: tão sublimemente interesseira e “polvo”. Nem quero ter veneno…&lt;br /&gt;Não é que também eu não tenha o meu veneno… Mas o meu veneno é apenas ódio que lhes guardo por serem venenosas. Um ódio passivo, claro, mas não deixa de ser um ódio. E, num primeiro traço, pareço estar delineada, não sou o modelo que me querem incutir.&lt;br /&gt;Subitamente, lembro-me de uma infinidade de coisas que sou e anoto-as mentalmente… Teimosa, teimosa, teimosa. Teimosa ao cubo. Pouco influenciável (mas “ninguém é uma ilha”, certo?), mas frágil, abalável. Há uma diferença abismal nisto. Significa que tenho o coração em cada célula epidérmica, a palpitar cada emoção. Já a minha mente… será que alguém, algum dia, conseguiu realmente convencer-me a fazer algo? Poucos casos relevantes me recordo… Gosto de pensar por mim e normalmente rejeito essas filosofias alheias que flutuam na Tv, nas revistas, enfim, em todo o lado.&lt;br /&gt;Às vezes sou demasiado doce, tão doce que até enjoa (“sickly sweet”) mas acho que quem merece (tão poucos, Meu Deus) nunca chega a concordar comigo na parte das náuseas. Acessos de fúria, descontrolo e inconformismo bastante frequentes (lembro-me de quando me chamavam “urtigas”, por picar os que se aproximavam…). Sede de mudança e revolução! Ao pensar nisto, abro os olhos e já todos saíram. “Grrr… Vou chegar atrasada outra vez…”, resmungo.&lt;br /&gt;E o trabalho? Ideias pulam na minha cabeça e quando dou por mim já a mão esquerda tremelica, ansiosa por um lápis…&lt;br /&gt;Começo a achar que, no fundo, sou como a folha seca que pende do tecto do meu quarto. (Para os leigos, que conste que pendurei uma folha de uma árvore por um fio no tecto do meu quarto, de tal forma que, deitada na minha cama, ela plana meio metro acima do meu umbigo, girando à medida que sopro…). Sim, sou como ela. Suspensa à vida por razões tão delineadas que por vezes parecem começar a escassear. “Os meus meninos que morrem. Não os posso deixar de mão estendida, à minha espera.” – Aguento por isso a lentidão dos dias na escola, à espera de poder fazer o que realmente tem de ser feito: salvar os que precisam. Não as senhoras que clamam por Botox ou silicone. Não. Eu quero sentir nos braços os que vêem já a escuridão da morte e salvá-los, porque sei que este sonho é também das poucas coisas que me traz viva…&lt;br /&gt;Sou como a folha porque, do mesmo modo que ela flutua no ar, eu………. E subitamente congelo porque me dou conta que me estou a comparar com uma folha. Meu Deus, sou tão patética.&lt;br /&gt;Pateticamente sensível, pateticamente frágil e pateticamente poética… Porque antes acreditava que era uma nuvem. Um dia, uma chuva emocional desfez-me. Depois acreditei ser um triângulo escaleno, porque tudo parecia desequilibrado na minha vida. Agora estou habituada a coisas disformes.&lt;br /&gt;Seria eu mais no tempo em que me conseguia definir assim? Agora ando à roda a tentar dizer o que sou, mas as palavras enrolam-se na língua e sou tanto que acabo por não ser nada.&lt;br /&gt;Respiro fundo e resmungo, porque não sei que volta hei-de dar ao trabalho de filosofia… “É melhor esquecer”, penso de novo.&lt;br /&gt;Olho para a frente e sorrio: a minha noção de infinito está à minha frente. E a sorrir também. Conto-lhe este meu dilema, ele volta a sorrir e responde:”Tu… És um anjo.”. Abraçamo-nos e finalmente sei o que sou enquanto o abraço dura: sou feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Pereira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113786093649749438?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113786093649749438/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113786093649749438&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786093649749438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786093649749438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/quem-sou-eu.html' title='Quem sou eu?'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113786087758979982</id><published>2006-01-21T16:27:00.000Z</published><updated>2006-01-21T16:27:57.590Z</updated><title type='text'>Luzes de néon</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Luzes de néon abrilhantam o mundo de fantasia,&lt;br /&gt;Máscara frágil sobre toda a podridão.&lt;br /&gt;Jaz, contudo, em perpétua escuridão, &lt;br /&gt;O sentimento, a dor, a agonia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luzes de néon incidem na minha redoma.&lt;br /&gt;Querem coser os meus olhos ateus…&lt;br /&gt;É só mais um empurrão para o coma,&lt;br /&gt;Para não mais sentir os mil desgostos meus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luzes que brilham sem interromper…&lt;br /&gt;Mas não iluminam quem chora,&lt;br /&gt;Nem este mundo, de melancolia cheio…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem mesmo a tristeza que trago por sofrer&lt;br /&gt;Em cada lugar e a cada hora&lt;br /&gt;Todo o sofrimento alheio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Pereira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113786087758979982?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113786087758979982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113786087758979982&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786087758979982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786087758979982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/luzes-de-non.html' title='Luzes de néon'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113786083495903869</id><published>2006-01-21T16:26:00.000Z</published><updated>2006-01-21T16:30:58.180Z</updated><title type='text'>Somos criadores de valores ou criados por eles?</title><content type='html'>&lt;p&gt;No meu ponto de vista o ser humano é confrontado com um meio-termo entre estas duas questões. Se os valores fossem apenas subjectivos então não existiriam discussões valorativas e neste caso podíamos aplicar a frase “gostos não se discutem”. Os valores seriam apenas nossos e não os iríamos partilhar com mais ninguém não podendo haver valores iguais. Se assim acontecesse todas as formas de comunicação acabariam, não existiria sequer possibilidade de se chegar a um consenso ou à estipulação de qualquer tipo de normas já que todos iríamos ambicionar por coisas diferentes. Os valores são algo de sentimental, que está implementado na nossa mente e por isso não necessitamos de muito tempo para decidir se gostamos ou não de algo. De certa forma existe uma certa subjectividade nas questões valorativas no que diz respeito a termos a possibilidade de recriar os valores para posteriormente os aplicarmos às situações com que nos deparamos diariamente. A historicidade dos valores defende não só que os valores são munidos de uma total subjectividade mas também que eles são relativos. Ao serem relativos apenas têm um ligação com o sujeito criador dos mesmos e apenas este sabe como os aplicar e qual a sua definição apesar de esta não ser concreta. Os valores teriam que estar ligados a um sujeito, época e espaço onde se vão manifestar. Então estes participariam na história devidamente datados e localizados no espaço.Se, por um outro lado os valores fossem algo de objectivo, então estes seriam gerados em torno de um total consenso aplicável a toda a acção humana. Pode-se concluir que também não somos totalmente criados por valores, já que estes não são objectos nem qualidades sensíveis. Mas os valores também têm algo de objectivo, como o facto de podermos falar sobre eles e discuti-los. Os valores também não estão por nós interiorizados aquando do nosso nascimento, sendo depois ensinados através da educação que recebemos. Se os valores fossem totalmente objectivos então poderíamos dizer que eles são perenes. Além da objectividade, a perenidade dos valores defende que os valores são absolutos, isto é, são generalizáveis a toda a acção humana. Então, para diferentes situações os valores que iríamos utilizar seriam os mesmos, tanto na forma como no conteúdo. Estes seriam também intemporais, resistiriam ao tempo não evoluindo com a humanidade. Em diferentes tempos e diferentes culturas os valores seriam os mesmos mantendo-se sempre o conteúdo e não a forma. Porém, supõem-se que os valores sejam vazios mantendo-se apenas a sua forma. O seu conteúdo vai diferindo de pessoa para pessoa dependendo das suas vivências passadas ou dos seus sentimentos. Se no passado alguém teve um boa experiência amorosa, certamente a sua visão do amor será diferente de uma pessoa que teve uma má experiência.Pode-se concluir que o ser humano é simultaneamente construído e construtor de valores. O ser humano ao longo da sua vida vai sempre tentando originar consensos para melhor funcionar em sociedade. Primeiro idealiza um valor, de seguida exprime-o e só depois dialoga para tentar chegar a um consenso. Para nós as coisas, mesmo antes de serem conhecidas, valem na medida em que as podemos avaliar recorrendo ao nosso padrão de consciência, relacionando-as com algumas das experiências por que já passámos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;João Carlos Batôco&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na minha opinião, nós criamos valores a partir dos valores que nos criaram. Durante os primeiros anos da nossa vida, fomos educados a partir dos valores atribuídos pelos nossos pais, influenciados pelos nossos amigos, ou seja, somos criados a partir de padrões que não são os nossos. Chegados a determinado ponto da nossa vida, começamos a opinar sobre aquilo que nos rodeia, sobre determinados assuntos, sobre artigos que lemos e a tirar as nossas próprias conclusões, muitas vezes influenciadas por experiências passadas. Ao ouvirmos, por exemplo, uma música desconhecida, mas que seja com um estilo igual ou parecido com uma música da qual gostamos, avaliamos automaticamente a música como sendo «fixe». Os valores apenas se tornam valores quando aplicados a algo, pois a sua definição é vazia. Da mesma forma, ao atribuirmos valores a objectos, estamos a hierarquizá-los, pois existe um do qual gostamos mais. Os diferentes padrões de avaliação de cada pessoa, levam à subjectividade dos valores. A expressão gostos não se discutem implica a formação de conflitos, uma impossibilidade de resolver um problema que surge, deixando a questão em aberto. Não existiriam consensos, provocaria a inexistência de qualquer tipo de normas. Assim a conclusão a que se chega, é que a subjectividade dos valores não pode ser absoluta, ou seja, os valores não se podem reduzir à subjectividade de cada um.&lt;br /&gt;Da mesma forma, ao verificarmos que os valores não são objectos, não são perceptíveis, afirma-se também que a objectividade não existe na totalidade, podendo-se embora, através do diálogo e aprofundamento da questão, atribuir uma certa objectividade aos valores. Ao criarmos os nossos próprios valores, pensamos que estamos a ser originais, mas na verdade, estamos a recria-los, pois antes de nós outra pessoa o fez. Ao debater a questão, ao chegar a um consenso, gera-se a perenidade dos valores que se aplica a todo o tipo de acção humana e passa de geração em geração, não «cai» por terra. Aplicados a um só «eu», a subjectividade dos valores torna-se imediata, variando de sujeito para sujeito, tornando-os históricos, ou seja, diferentes valores que marcaram a história em diferentes tempos e espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiago Adriano&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113786083495903869?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113786083495903869/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113786083495903869&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786083495903869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786083495903869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/somos-criadores-de-valores-ou-criados.html' title='Somos criadores de valores ou criados por eles?'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113786073408150951</id><published>2006-01-21T16:24:00.000Z</published><updated>2006-01-21T16:25:34.083Z</updated><title type='text'>Poemas Filosóficos</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Filosofar é estar a caminho,&lt;br /&gt;Mesmo sabendo que existem questões,&lt;br /&gt;Filosofar é pensar de mansinho,&lt;br /&gt;Tentando resolver as nossas ilusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofar é raciocinar,&lt;br /&gt;Perante várias questões,&lt;br /&gt;É deixar-nos a meditar,&lt;br /&gt;Criando as nossas canções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofar é discorrer,&lt;br /&gt;Sobre qualquer matéria,&lt;br /&gt;Não importa qual ela seja,&lt;br /&gt;Tem é que se saber compreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofar é questionar-se,&lt;br /&gt;Acerca de outras questões,&lt;br /&gt;É como lesionar-se,&lt;br /&gt;E não saber as razões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofia é uma “ciência”,&lt;br /&gt;Que se encontra na luz,&lt;br /&gt;Mas é preciso ter paciência,&lt;br /&gt;Pois ela não reluz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Biólogo é interessante,&lt;br /&gt;Ser Filosofo ainda é mais,&lt;br /&gt;A grande diferença que existe,&lt;br /&gt;É que um estuda o homem e outro os animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filosofar é uma pesquisa constante,&lt;br /&gt;Em vários e diversos materiais,&lt;br /&gt;É como ir na estrada,&lt;br /&gt;E guiar-se pelos sinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meditação,&lt;br /&gt;Algo interessante,&lt;br /&gt;Compreensão,&lt;br /&gt;Algo desgastante,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hugo Branco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113786073408150951?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113786073408150951/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113786073408150951&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786073408150951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786073408150951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/poemas-filosficos.html' title='Poemas Filosóficos'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113786063129408836</id><published>2006-01-21T16:23:00.000Z</published><updated>2006-01-22T10:24:38.446Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>_&lt;br /&gt;Filosofar é crescer,&lt;br /&gt;Saber sem se crer,&lt;br /&gt;É abrir a mente,&lt;br /&gt;Olhar para a frente,&lt;br /&gt;É querer saber alcançar,&lt;br /&gt;Porque na dúvida se possa tentar afirmar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Pires&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113786063129408836?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113786063129408836/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113786063129408836&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786063129408836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113786063129408836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/sem-ttulo_21.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113726516360709443</id><published>2006-01-14T18:57:00.000Z</published><updated>2006-01-15T17:06:53.303Z</updated><title type='text'>[sem título]</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dia escrevi os meus sonhos numa folha branca e lisa.&lt;br /&gt;Mas houve alguém que pegou na minha folha, amachucou-a, rasgou-a e deito-a fora.&lt;br /&gt;E assim ficou a minha folha, os meus sonhos perdidos no canto da sala da vida.&lt;br /&gt;Mas houve alguém que pegou nos meus sonhos, e escreveu-os numa folha cor-de-rosa e perfumada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ivete Barbosa&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113726516360709443?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113726516360709443/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113726516360709443&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113726516360709443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113726516360709443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/sem-ttulo.html' title='[sem título]'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-20981275.post-113726185541242503</id><published>2006-01-14T18:01:00.000Z</published><updated>2006-03-20T17:19:35.883Z</updated><title type='text'>Carta ao tempo</title><content type='html'>Ó tempo!&lt;br /&gt;Quanta gente fala de ti, sem saber o significado que tens!&lt;br /&gt;És vazio, oco…&lt;br /&gt;Deixa o tempo passar… Mas por quanto tempo?&lt;br /&gt;És belo, és feio!&lt;br /&gt;És alegre, és triste!&lt;br /&gt;És tudo, és nada…&lt;br /&gt;Oh! Se eu pudesse!&lt;br /&gt;O tempo voaria no país dos problemas,&lt;br /&gt;e abrandava no reino das alegrias.&lt;br /&gt;Ó tempo ingrato, porque existes!&lt;br /&gt;Porque teimas em levar as minhas alegrias,&lt;br /&gt;Para depois não passarem de simples recordações?...&lt;br /&gt;Deixa-me ó tempo.&lt;br /&gt;Deixa-me ficar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivete Barbosa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/20981275-113726185541242503?l=weltgeist2006.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/feeds/113726185541242503/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=20981275&amp;postID=113726185541242503&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113726185541242503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/20981275/posts/default/113726185541242503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://weltgeist2006.blogspot.com/2006/01/carta-ao-tempo.html' title='Carta ao tempo'/><author><name>Weltgeist</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10581468736633886438</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
